Curso: O Despertar

15:14 Escola Flor da Vida 2 Comments




Curso: O Despertar

Início: Dia 6/01/2013 - Domingo das 19hs 00min ás 21hs 00min

Local: Sala de Conferencia (Online à Distância) 

O que é a sala de Conference?


Apostila  + Iniciação + Certificado (por email)

Inscrições: nefreiki@gmail.com (Enviar nome completo, data de nascimento, cidade e estado) Vagas limitadas.


Troca energética: 5X R$87,00    

Caso você perca algum encontro haverá a gravação










Cada encontro tem 2h de duração - 2 encontros mensais – 5 Meses de curso

Este curso se destina a todas as pessoas que buscam a compreensão do universo além dos 5 sentidos. Não estamos ligados a nenhuma religião, doutrina, credo ou filosofia, muito menos a práticas mediúnicas. O foco deste curso é o desenvolvimento interno através do autoconhecimento. Nestes meses ocorreram diversos exercícios práticos que devem ser seguidos rigorosamente pelo estudante para obter os resultados almejados. Queremos mostrar que tais faculdades extras sensoriais estão disponíveis a todos aqueles que buscam o seu desenvolvimento em comunhão com o universo.


Material necessário: 1 Pendulo testemunho (metal)


AULA 0
Ética
Autoconhecimento
Ação e Reação
Princípios Física Quântica

AULA 1
Desbloqueio Emocional e desenvolvimento extra sensorial
O despertar da Intuição
Expansão da consciência
Glandula Pineal
Exercício I

AULA 2
Ki
Vibração e frequências
Cores e vibrações – exercícios
Princípio básico leitura de frequência
Exercício I e II

AULA 3
Chakras
Corpos Sutis
Exercício I e II

AULA 4
Expansão chakras
Canalização de energia
Como se proteger de energias negativas
Fortalecimento do campo áurico
Exercício I, II e III

AULA 5
Controle e autoconsciência de sua vibração
Exercício I, II e III

AULA 6
Desenvolvendo a sensitividade
Sexto sentido
Exercícios

AULA 7
Leitura de chakras
Leitura de campo áurico
Leitura dos corpos sutis
Exercícios

AULA 8
Introdução Geometria Sagrada
Símbolos e canalização de energia
Interpretação dos símbolos
Exercícios

AULA 9
Geometria Sagrada
Frequências Quânticas
Exercícios

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Células tumorais expostas à 'Quinta Sinfonia', de Beethoven, perderam tamanho ou morreram

11:06 Escola Flor da Vida 0 Comments


CÉLULAS TUMORAIS MORTAS  PELA MÚSICA !

O poder da música !!




http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/03/29/celulas-tumorais-expostas-quinta-sinfonia-de-beethoven-perderam-tamanho-ou-morreram-924114082.asp


Música contra o câncer

Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram

Publicada em 29/03/2011 às 09h02m


RIO - Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O "pam-pam-pam-pam" que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências. 

A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais. 

- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo. 

Clique aqui para ouvir a Quinta Sinfonia 


Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade. 

O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito. 

- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas. 

"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito? 

Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade. 

Em abril, exposição a samba e funk 

Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais. 

- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora. 

Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração. 

A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido. 

- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia. 


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/03/29/celulas-tumorais-expostas-quinta-sinfonia-de-beethoven-perderam-tamanho-ou-morreram-924114082.asp#ixzz1Ly8rfJAJ 

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WorkHealing: O despertar do guerreiro interior Gratuito (aberto a todos) -28-11-2012

00:22 Escola Flor da Vida 0 Comments



WorkHealing: O despertar do guerreiro interior: Gratuito (aberto a todos)

Força! Garra! Honra! Convicção! Coragem! Ousadia! Ímpeto! E acima de tudo, MUITOOO AMOR! 

Dia  28 /11 - Quarta das 19hs 00 ás 20hs  30 min

Local: Sala de Conferencia (Online à Distância) 

O que é a sala de Conference?


AS VAGAS SÃO LIMITADAS!









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Cura Maya Quântica II

10:32 Escola Flor da Vida 0 Comments




Cura Maya Quântica II

Dia 23/12 - Domingo das 17hs 30 ás 20hs 00min


Local: Sala de Conferencia (Online à Distância) 

O que é a sala de Conference?

Apostila  + Iniciação + Certificado (por email)

Inscrições: nefreiki@gmail.com (Enviar nome completo, data de nascimento, cidade e estado) Vagas limitadas.

Troca energética: R$123,00 

Formas de pagamentos-  PagSeguro - Western Union (solicitar por email) - Cartão de Crédito - Débito On line -Depósito em Conta Corrente: 
Edgar S R M Souza/Ag:3525 C/C 01005966-4 BANCO SANTANDER









Conteúdo
Numerologia e simbolismo Maya
Iniciação na Numerologia Maya
Templo Maior Sol Central
Merkabas
Ativações e ancoramentos 
Canalizações ao vivo

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EU QUERO, EU POSSO, EU ME TRANSFORMO

21:29 Escola Flor da Vida 3 Comments


EU QUERO, EU POSSO, EU ME TRANSFORMO
por Luiz Antonio Gasparetto




Esqueça quem você foi ontem e, a partir de agora, seja alguém bem melhor. Basta querer

Hoje quero reforçar o tema que abordei na semana passada por meio de uma meditação. Convide um(a) amigo(a) para fazer o seguinte exercício junto com você. Primeiro, ele(a) lê em voz alta o texto a seguir enquanto você, de olhos fechados, sente o poder das palavras. Depois, vocês invertem os papéis.

"Eu estou consciente e tenho o poder de pensar como eu quero. Tenho o direito de pensar no que eu quero para o meu próprio bem. Eu tenho e posso impor ao meu
mundo interior tudo aquilo que eu quiser. E quero me sintonizar com o melhor. Esqueço, a partir de agora, a pessoa que eu fui, sobretudo meus vícios de pensamentos. Penso apenas na paz. Penso nela, permitindo que seu perfume toque minha aura e atinja todas as áreas da minha vida, todos os cantos do meu corpo. Penso na paz com uma mensagem de ordem e equilíbrio perfeito.

Deixo fluir na minha cabeça a consciência do
'eu posso'. Eu posso estar na paz. Impor essa paz é praticar o meu poder pessoal com responsabilidade divina, obtida por herança natural. O melhor para mim é um grande sorriso no peito. É a felicidade barata e fácil a que tenho direito. É tão simples pensar que o melhor está em mim! A beleza está em mim. A suavidade está em mim. A ternura, o calor, a lucidez e o esplendor das mais belas formas do universo estão em mim. Aí eu me abro inteiro(a), viro do avesso e sinto que não há fronteiras nem barreiras para mim. Sinto que o limite é apenas uma impressão. Sinto que cada condição foi apenas a insistência de uma posição. Sinto que sou livre para deixar trocar qualquer posição por outra melhor. Sou livre para descartar qualquer pensamento ruim, qualquer sentimento ou hábito negativo, qualquer paixão dolorosa. Porque eu sou espírito. Sou luz da vida em forma de pessoa.
Ah, universo, eu estou aberto(a) para o melhor para mim. Eu sei que muitas vezes sou levado(a) por uma série de pensamentos ruins. Mas é porque eu não conhecia a força da perfeição. Eu não conhecia a lei do melhor. Agora eu me entrego, me comprometo comigo, com o universo e contigo. Vou manter a minha mente aberta. Esse momento me desperta, me traz a inspiração ao longo do dia onde se efetiva a luz que irradia para quem insiste no próprio aperfeiçoamento.

Não quero pensar nas minhas fraquezas. Quero olhar bem fundo nos meus olhos e ver como eu sou bonito(a), como fiz e faço coisas maravilhosas e como o meu peito está cheio de vontade. Eu assumo a responsabilidade sobre essas vontades e me projeto com força nessa identidade de saber que eu posso, sim, fazer o melhor.
Despertar o meu espírito é viver nele. É ter a satisfação de ser eu mesmo(a). É poder ser original, único(a), pequeno(a) e grande ao mesmo tempo. Sei agora que o melhor está a meu favor. Meu sucesso, aliás, é o sucesso de Deus que se manifesta em mim como pessoa em transformação. Eu sinto como se tivesse sentado nessa cadeira da solidez universal porque eu estou no meu melhor. Porque sou o sucesso da eternidade, porque estou há milhares de anos seguindo e não fui destruído(a). Porque o universo garante.
Grito dentro de mim mesmo(a): de todas as coisas da vida, o melhor ainda sou eu.
O melhor sou eu!"

Luiz Antonio Gasparetto, escritor e autor de 26 livros sobre desenvolvimento emocional

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Estudo revela ativada do cérebro de médiuns brasileiros

11:29 Escola Flor da Vida 0 Comments


Estudo revela o funcionamento do cérebro de médiuns brasileiros 
(Fonte da imagem: Reprodução/Psicografia.org)

Existem inúmeros médiuns brasileiros de renome internacional, e agora um grupo de neurocientistas norte-americanos decidiu descobrir o que acontece com o cérebro dessas pessoas quando elas estão realizando trabalhos relacionados à psicografia de mensagens.
As mensagens psicografadas são escritas enquanto os médiuns entram em um estado de semiconsciência, durante o qual “abrem um canal de comunicação” com os espíritos e escrevem cartas e mensagens transmitidas por eles de forma automática. Muitas vezes, os textos são redigidos enquanto os médiuns mantêm os olhos fechados, e a escrita normalmente ocorre a grande velocidade.
De acordo com uma notícia publicada pelo site Discovery News, pesquisadores da Universidade da Filadélfia realizaram alguns testes para descobrir quais áreas do cérebro dos médiuns brasileiros ficam ativas durante esse processo, descobrindo que as regiões responsáveis pela linguagem e atividades voluntárias ficam inativas.


Comunicação espiritual

Os neurocientistas avaliaram 10 médiuns brasileiros, dos quais cinco praticam a psicografia há mais de 35 anos, realizando uma média de 15 sessões mensais, e outros cinco participantes, bem menos experientes. Conforme explicaram os pesquisadores, durante o estado de semiconsciência, a atividade cerebral dos mais experientes diminuiu em seis regiões diferentes, normalmente relacionadas com a escrita, concentração e linguagem.
Além disso, os médiuns mais experientes produziram mensagens com conteúdo mais complexo enquanto estavam se comunicado com os espíritos do que quando não estavam psicografando. Aliás, quanto mais experiente o médium, maior era a complexidade das mensagens e mais reduzida era a atividade cerebral. Justamente o contrário do que os pesquisadores esperavam observar.
Por outro lado, as mesmas áreas observadas nos mais experientes se tornaram mais ativas nos cérebros dos novatos, sugerindo que o treinamento pode melhorar a habilidade cerebral de entrar nesse estado de “canal aberto”. Embora a ciência ainda não possa atestar sobre a existência ou não de espíritos entre nós, o estudo nos ajuda a entender melhor como a espiritualidade afeta o nosso cérebro e porque algumas pessoas são mais devotas e espirituais do que outras.


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“O Que Você Vê Você se Torna - visão quântica"

10:21 Escola Flor da Vida 0 Comments



“O Que Você Vê Você se Torna
Deepak Chopra,
Maya, na verdade, é a ilusão de fronteiras, a criação de uma mente que perdeu a perspectiva cósmica. Ela surge quando se vê um milhão de coisas “lá fora” e se deixa de perceber uma coisa, o campo invisível que é a origem do universo.
Mesmo quando estamos tranquilamente sentados, cada um de nossos pensamentos cria uma onda no campo unificado. Ela ondula através de todas as camadas de ego, intelecto, mente, sentidos e matéria, propagando-se em círculos cada vez maiores. Somos como uma luz que irradia não fótons, mas consciência.
À medida que se irradiam, nossos pensamentos têm um efeito sobre tudo o que existe na natureza. A física já reconhece esse fato para fontes de energia. Qualquer luz, seja uma estrela ou uma vela, envia suas ondas por todo o campo quântico do eletromagnetismo, indo até o infinito, em todas as direções.
“Eu sou tudo” implica uma capacidade de transcender o fluxo normal do tempo e os limites normais do espaço. A despeito de seu brilho intuitivo, Einstein não saiu do rio do tempo, exceto mentalmente.
Para os rishis essa é a atitude que torna a física incompleta. Não somos meros espectadores espreitando o campo unificado
— diziam —, nós somos o campo unificado. Cada pessoa é um ser infinito, não limitado pelo tempo e espaço. Para atingirmos além do corpo físico, precisamos ampliar a influência da inteligência.
Os rishis tomaram esse princípio e o humanizaram. O sistema nervoso deles, de fato, registrava o efeito distante que um pensamento produz, e isso lhes era tão real como nos é ver a luz. Mas somos limitados em nossa percepção; estarmos confinados ao estado de vigília nos impede de perceber as mudanças sutis que estamos produzindo em todos os lugares.
Algum efeito está sempre presente. “Deve ficar firmemente estabelecido na mente de cada indivíduo”, escreveu o Maharishi em Ciência do Ser e Arte de Viver*, “que ele é parte de toda a vida do universo, e que seu relacionamento com a vida universal é o de uma célula com o corpo inteiro.”
Por milhares de anos os rishis afirmaram a existência dessa relação — o homem se movimenta, vive e respira no corpo cósmico. Se é assim, então a natureza está tão viva como nós; a distinção entre “aqui dentro” e “lá fora” é falsa, como se as células do coração não dessem importância às da pele, porque elas não estão em seu interior.
O mistério mais profundo do conto é que o próprio Svetaketu é feito dessa mesma essência inimaginável, que tudo permeia. Para descobrir o que o pai de Svetaketu quis dizer, devemos explorar o sentido de percepção, que é a base da sabedoria dos rishis.
“Eu sou tudo” implica uma capacidade de transcender o fluxo normal do tempo e os limites normais do espaço. A despeito de seu brilho intuitivo, Einstein não saiu do rio do tempo, exceto mentalmente.
Ele afirmou que teve experiência de auto-expansão onde não havia “nem evolução nem destino, só Ser’ mas esses episódios não entravam diretamente em seu trabalho científico.
Como todos os físicos, Einstein mantinha-se fiel ao método objetivo e escrupulosamente excluía sua própria consciência de suas teorias. Sua procura por um campo unificado que abrangeria todo o tempo e espaço foi um empreendimento puramente matemático.
“Os limites da vida individual não se restringem aos do corpo”, continuou o Maharishi, “nem mesmo aos da família de alguém ou da casa de alguém; eles se estendem muito além dessas esferas, para o horizonte ilimitado da vida cósmica infinita.”
Sabendo disso, os rishis tornaram-se indivíduos extremamente poderosos, mas não no sentido comum. Enquanto a maioria dos homens está interessada no poder material, os rishis desejavam o poder da percepção.
Para eles, o nível material do mundo era grosseiro. O real poder da natureza está bem perto da fonte, e o poder máximo deve estar dentro dela.
Compreender que a mente está acima da matéria não é uma noção mística. Se você quer construir um arranha-céu, não começa por juntar concreto e aço; você procura um arquiteto, cujo intelecto prepara o projeto que deve existir antes do início da obra.
Esse projeto contém mais do poder para se construir um prédio do que o contido na mão-de-obra. Certos campos, como a música, a matemática e a física quântica, praticamente não progridem sem gênios que trabalham em profundo silêncio — o método de investigação preferido por Einstein não era trabalhar em laboratório, mas realizar experimentos mentais.
Tinha por hábito fazer isso muito antes de alcançar fama e posição. Como ele um dia recordou, estava colocando relógios aqui e ali no universo, antes de poder comprar um de verdade para sua casa.
Para os rishis, pareceria estranho colocarmos nossa inteligência em campos tão pequenos e isolados de conhecimento. Nosso condicionamento social proíbe a perspectiva cósmica, não por condená-la, mas porque fornece ocupações que nos distraem.
Para quem está cercado de tijolos e argamassa, é difícil aprender arquitetura. Atualmente, um campo como a medicina é tão complicado que, se alguém disser “Este paciente pode ser tratado por meio do fluxo da inteligência’ será ouvido com descrédito.
O estado ilimitado não é visto com frequência em nossa sociedade, enquanto seu oposto é absolutamente epidêmico. Todos os dias os psiquiatras deparam com pacientes aleijados por limites, pessoas que programaram em si mesmas a culpa, a ansiedade ou inseguranças inomináveis.
Os que adquiriram fobias são exemplos extremos desse fato, uma vez que seu medo mortal é absolutamente desproporcional em relação a qualquer perigo real. Se você leva um agorafóbico — alguém que teme espaços abertos — para passear de carro, ele demonstra intensa ansiedade.
Se você parar num campo aberto e o mandar sair do carro, ele ficará tão paralisado como uma pessoa normal ficaria se lhe ordenassem saltar num precipício. Tente forçá-lo, e o agorafóbico reagirá como se estivesse lutando pela vida.
A angústia mais aguda do fóbico é saber que ele criou a própria condição. Entretanto, sua vontade não é suficiente para romper o padrão que ele programou na própria fisiologia.
(Um agorafóbico da Inglaterra estava tão infeliz e envergonhado de sua fobia que resolveu se suicidar. O método que escolheu foi dirigir seu carro por 3 quilômetros, algo que, tinha certeza, lhe seria letal!
Quando isso falhou, de início ele sentiu-se apavorado, mas pouco depois descobriu que sua fobia havia diminuído. Acidentalmente esse homem descobrira a terapia chamada “imersão”, que os psiquiatras usam às vezes para arrancar fóbicos graves da irrealidade.)
Os limites criados pela ciência são os mais confinadores. Pessoas que nunca ouviram falar em Veda geralmente conhecem a palavra Maya, ou ilusão.
Em sânscrito, ela significa “o que não é”. Esse termo é muito mal compreendido — os rishis não usavam a palavra “Maya” para dizer que algo não existe, como uma, miragem.
Maya, na verdade, é a ilusão de fronteiras, a criação de uma mente que perdeu a perspectiva cósmica. Ela surge quando se vê um milhão de coisas “lá fora” e se deixa de perceber uma coisa, o campo invisível que é a origem do universo. Para quem lê os textos dos grandes rishis, não é de admirar que eles considerassem Maya um mau substituto para a perspectiva cósmica.
O Yoga Vasishtha diz: “Na infinita consciência, em cada átomo dela, universos vêm e vão, como partículas de pó flutuando num raio de luz que brilha através de um furo no telhado”.
A realidade quântica transborda das páginas de Vasishtha porque ele percebeu a perspectiva que ela lhe mostrou:
“Em cada átomo existem mundos dentro de mundos”.
Demolir as fronteiras não faz o mundo relativo desaparecer, mas lhe acrescenta uma outra dimensão de realidade — a realidade torna-se ilimitada. Quando as paredes caem, o mundo pode se expandir.
E isso, de acordo com os rishis, é o que faz toda a diferença entre um mundo que poderia ser um paraíso e um que se transforma num inferno.
O mecanismo por trás das fobias pode ser usado de maneira exatamente oposta, ou seja, na demolição de paredes, e não em sua construção,
Podemos falar com igual facilidade, e com muito mais alegria, de pessoas que dominaram medos supostamente normais. As equipes de construção de arranha-céus costumavam incluir uma grande proporção de índios mohawk, que eram criados sem medo de alturas. A mesma coragem pode ser formada pouco a pouco por meio da prática, como acontece, por exemplo, com o malabarista que caminha numa corda bamba.
Essa flexibilidade não se limita a estados psicológicos. Os nutricionistas têm abundantes provas científicas para demonstrar que o corpo precisa receber certa quantidade diária de vitaminas e de minerais para não sucumbir a doenças da carência; o caso clássico é o do escorbuto, um mal que afligia toda a Marinha inglesa na época em que os homens se alimentavam apenas com biscoitos, carne salgada e rum, sem receberem a vitamina C encontrada em frutas e hortaliças.
No entanto, durante séculos e séculos existiram culturas em todo o mundo que nunca ingeriram a quantidade de Vitaminas considerada necessária para o ser humano e se adaptaram perfeitamente bem. Os índios tarahumara do norte do Estado de Sonora, no México, ficaram famosos entre os estudiosos da fisiologia, porque podem correr de 40 a 75 quilômetros por dia, em altas altitudes, sem nenhum desconforto.
Tribos inteiras fazem maratonas desse tipo todas as semanas; quando o vencedor de uma delas foi examinado dois minutos depois de cruzar a linha de chegada, um fisiologista americano constatou que os batimentos cardíacos desse homem estavam mais vagarosos do que no início da corrida.
O que amplifica esse notável feito é que os tarahumara praticamente só se alimentam de milho. Uma família consome cerca de 100 quilos por ano, metade dos quais são transformados em cerveja. Outras fontes de nutrição, como raízes, são disponíveis apenas em pequenas quantidades durante uma limitada época de colheita. Sendo capazes de sobreviver com uma dieta tão absurdamente abaixo do padrão normal, esses índios mostram uma flexibilidade quase infinita do sistema mente-corpo.
Por ironia, povos nativos desse tipo têm uma adaptação tão perfeita que, ao serem alimentados com uma dieta “balanceada”, fortificada com vitaminas e minerais, muitos deles desenvolvem, em proporções epidêmicas, doenças cardíacas, hipertensão, problemas de pele e dentes cariados, males que não tinham antes.
Não há dúvida de que esses exemplos desafiam toda nossa concepção do que é normal. Temos amplos indícios, em nossa própria cultura, de que o que existe de mais normal em nós é a capacidade para criar nossa própria realidade.
Como disse Sir John Eccies aos parapsicólogos, achamos incompreensível que nosso pensamento seja capaz de mover moléculas; no entanto, sempre convivemos confortavelmente com essa “impossibilidade”.
Os rishis simplesmente ampliam muito nossa “zona de conforto”, conduzindo-a para dentro da normalidade do infinito.
Já sabemos que, se um impulso de inteligência quer realizar alguma coisa, ele o faz, usando intelecto, mente, sentidos e matéria. A inteligência pode criar uma fisiologia onde ocorrem pensamentos de cura, mas também pode criação oposto.
Se tivéssemos uma “fiação”, como um computador, a fisiologia de cada indivíduo seria possível. No entanto a realidade não é essa. A inteligência cria novos circuitos a sua escolha e isso torna cada pessoa única. Cada experiência da vida modifica a anatomia do cérebro. Os dentrites novos que surgem nas células cerebrais de idosos ativos são apenas um exemplo disso.
Quando pressionados a dizer a verdade maior, os videntes védicos emitiam duas palavras que deixam de ponta-cabeça todas nossas noções aceitas sobre a realidade: Aham Brahmasmi.
Em tradução livre, seria: “Eu sou tudo, criado e não criado”, ou, mais sucintamente: “Eu sou o universo’‘. Ser tudo, ou mesmo algo além dos limites do corpo físico, soa muito estranho aos ouvidos ocidentais.
Conta-se uma história sobre uma dama inglesa que viajava pelo norte da India e foi levada às cavernas ao longo do Ganges, onde os iogues se entregavam à meditação profunda. Ela foi recebida por um deles com grande amabilidade. No final da visita, disse-lhe:
— Pode ser que o senhor não saia com frequência daqui, mas seria um prazer levá-lo para conhecer Londres.
— Madame — respondeu o iogue com toda a tranqüilidade
—, eu sou Londres.
Em suas parábolas, os rishis demonstravam grande talento para enganar o intelecto. Uma das mais famosas é sobre um jovem chamado Svetaketu, que saiu de sua casa para estudar os Vedas.
· O sânscrito diz literalmente “Eu sou Brahman”. Brahman é um termo de grande abrangência e, portanto, intraduzível; ele significa todas as coisas na criação — mentais, físicas e espirituais —, bem como sua fonte não criada.
Na antiga Índia, isso significava morar com os sacerdotes e decorar longas passagens dos textos sagrados. O rapaz fica fora de casa por doze anos. Quando finalmente retorna, está todo orgulhoso dos conhecimentos que adquiriu.
Seu pai, um tanto aborrecido, mas achando graça, decide acabar com aquela pose. Eis um trecho do diálogo que se segue:
— Vá apanhar um fruto daquela figueira-brava — diz o pai de Svetaketu.
Aqui está, senhor.
— Abra-o ao meio e diga-me o que está vendo dentro dele.
— Muitas sementinhas, senhor.
— Pegue uma delas, abra-a ao meio e diga-me o que vê dentro.
— Nada, senhor.
Então, o pai disse:
— A mais sutil essência dessa fruta é nada para você, meu filho, mas, acredite-me, desse nada surgiu esta enorme figueira-brava.
E acrescentou:
— Aquele Ser, que é a essência mais sutil de tudo, a suprema realidade, a alma de tudo o que existe, Aquele é você, Svetaketu.
Na verdade, essa é uma história muito quântica. O universo, como a enorme figueira-brava, surge de uma semente que nada contém. Sem uma metáfora como a da semente e a árvore, nossa mente não tem como captar o que é um nada assim, uma vez que ele é menor do que o conceito “menor”, e mais antigo do que o Big Bang.

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Palestra Aberta sobre os Florais Etéricos

23:42 Escola Flor da Vida 1 Comments




Palestra aberta sobre os Florais Etéricos

Dia 08/12/12 - 18h30m - 20h- Sábado



Basta apenas entrar na sala e participar

O que é a sala de Conference?

Veja os inúmeros relatos: CLIQUE AQUI

A humanidade esta em constante evolução e em quebra de paradigmas. Quando iniciamos a realização de diversos eventos através da sala de conference percebemos que poderíamos abarcar cada vez mais um número de pessoas, tendo acesso em diversos continentes práticas que antes levariam meses ou anos para chegar a diversos povos.

Hoje o Om Nyorai Reiki Ho e outros diversos sistemas estão se espalhando e se propagando em uma rápida velocidade. Os Florais Etéricos será da mesma forma, queremos trazer a informação, a luz, as diversas partes e setores da humanidade.

Simplicidade e praticidade é o que queremos trazer. Existem muitas teorias e técnicas,  mas vamos para a prática!  
Neste novo milênio aquilo que mostrar resultado será propagado. 

P: O que são os Florais Etéricos?
R: Cada corpo físico hoje na terra contém inúmeras enfermidades causadas pelos excessos e desiquilíbrios emocionais e mentais. Os florais etéricos vêm atuar nestes planos trazendo o seu equilíbrio vivido. Através do mecanismo de canalização de energia é possível fazer estes florais tanto presencial ou à distância sem precisar de conhecimentos ou manuseia de elementos materiais.

Precisa-se apenas do comando mental do praticante que é iniciado no sistema recebendo uma autorização do universo e dos diversos elementos para manusear as energias harmônicas que restabelecerá o equilíbrio do corpo, mente e espírito.

P: O que o processo de iniciação?
R: Todos os seres humanos tem a glândula pineal em seu organismo localizada no centro de sua cabeça. Vamos chama-la de glândula receptora, por ser como uma antena que se sintoniza a determinas frequências do campo energético universal através do pensamento e da vontade. A iniciação sintoniza tal glândula a entrar a frequência da energia dos Florais Etéricos habilitando praticante a utilizar o manancial de energia dos florais pelo resto de sua vida, mesmo sem o seu uso por um longo espaço de tempo. Para que isto ocorra alguém com tal habilidade o faz. Se eu transmitir essa habilidade de sintonizar novos “canais” nos Florais Etéricos para um aluno ele também será capaz de habilitar outras pessoas.

P: O que é preciso para fazer os Florais Etéricos?
R: Além de alguém habilitado para fazê-lo com a iniciação, precisa-se apenas de um copo com água.

P: É necessário possuir conhecimentos de medicina ou florais?
R: Não é necessário. O método é bem simples e prático.

P: Para quais situações os Florais Etéricos é indicado?
R:  Para as situações de distúrbios emocionais em geral. Como depressão, stress, angústia, ansiedade, tensão pré-menstrual, baixa auto-estima, insônia, falta de vontade de viver, síndrome do pânico, entre outros.


P: É necessário interromper o tratamento médico por causa dos Florais Etéricos?
R: De forma nenhuma. Compreendemos que a medicina alopática é fundamental para o desenvolvimento da humanidade. Os Florais é uma prática terapêutica holística ou terapia complementar.

P: Como atuam os florais?
R: Cada partícula destes florais atua em um aspecto puramente sutil capaz de mostrar através de sonhos, mensagens do subconsciente o setor de sua vida que precisa de harmonização. Este aprendizado pode levar alguns dias, aflorando os bloqueios emocionais, pensamentos, e com a persistência do praticante de tomar os florais se consegue compreender, assimilar, aprender com a situação e se harmonizar. Assim atua os florais, Similia similibus curantur: "Semelhantes são curados por semelhantes".

P: Quais são os efeitos dos Florais Etéricos?
R: A forma instintiva, do egoísmo, vaidade, orgulho, luxuria, avareza, demagogia e etc, são as formas de se adoecer o corpo, a mente e o emocional. Cada ser contém inúmeros elementos harmônicos dentro do próprio organismo para se restabelecer o equilíbrio. Usando os Florais etéricos o corpo começa produzir enzimas capazes de fortalecer o sistema nervoso e o sistema endócrina que estão ligados aos corpos sutis, chakras e meridianos. O corpo produzindo estes enzimas com o auxilio dos florais mostra ao praticante os focos e pontos de melhoria, trazendo o resultado com sabedoria, conhecimento e experiência, para que não se repita as mesmas situações do passado. Pode ocorrer diarreia, suor, espinhas, eliminando as substancias produzida no corpo físico através dos desiquilíbrios emocionais e mentais. 

P: Existe alguma contra indicação?
R: Não há contra indicações.

P: Quem pode se beneficiar com os Florais Etéricos?
R: Adultos, crianças, idosos, animais e plantas.

P: Como ocorre o aprendizado dos sonhos pelos Florais Etéricos?
R: O corpo mental é o responsável por armazenar informações, conhecimentos e pensamentos, os criando através de arquivos e imagens mentais que ficam armazenadas de forma vivida no subconsciente. Cada floral tem uma autorização para atuar nestes arquivos e imagens os trazendo a tona durante os sonhos vívidos ao ingeri-los, mostrando ao praticante quais as mudanças são necessárias. Isto pode refletir no dia a dia através da irritação, falta e perda de energia, comodismo, preguiça, gula, raiva, inveja, causando desconforto ao praticante e com a persistência ao tomar os florais estes sintomas desaparecem. Os florais mostram e deixam claro o que precisa ser transmutado e transformado em cinzas. 

As imagens armazenadas no subconsciente criam as chamadas crenças muitas vezes limitantes para o aprendizado físico espiritual do individuo, criando um bloqueio em sua vida. 

P: Quais diferenças e semelhança com os outros florais tradicionais?
R: A primeira diferença é que não se precisa manusear flores físicas, precisamos apenas de água mineral que em segundos fazermos os florais. Os testes realizados mostraram que em poucos dias, ou no mesmo dia os florais atuaram. Seus efeitos quase que são imediatos. A segunda diferença é a canalização de energia realizada através da iniciação.

P: Além do uso dos Florais existem mais técnicas neste curso?
R: Sim há e muitos delas serão acrescentadas no decorrer do lançamento dos florais etéricos.

P: Tem que se acreditar nos Florais Etéricos para se conseguir o melhor resultado ?
R: Não é preciso, por ser um método atua independente de ter se acreditar ou não, como são os inúmeros relatos de pessoas de diversas partes do planeta. 

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