Influencias magnéticas da lua

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MENSAGENS DO ASTRAL
–RAMATÍS /HERCÍLIO MA
ES –

1980 - SINOPSE (RESUMO)

A evolução humana é cíclica (=Que volta por intervalos regulares) e em forma
de espiral (=curva aberta que descreve várias
voltas em torno de um centro
)., e isto faz a humanidade retornar sempre
aos mesmos pontos já percorridos, embora abrangendo-os (=atingindo-os)de planos cada vez mais altos.

Qualquer
acontecimento em nosso mundo, mesmo a materialização  de um  elétron na órbita atômica, deve primeiramente ser pensado na Mente
Divina.

Como há
ritmos que disciplinam os elétrons em suas órbitas no seio do átomo, também
existem os seus equivalentes que orientam os cursos dos astros no seio do
cosmo. Por isso, existe a afirmação:"como é o microcosmo, assim é o
macrocosmo".

O que se dá
desde o carma de um elétron em torno do núcleo atômico até o de uma constelação
estelar? Desde o impulso progressivamente contínuo, que há no seio de um
simples mineral, até a coordenação "psico-física" que conduz uma
nação a constituir a humanidade angélica?

Existe um
imenso sopro de energias astrais que se escoam dos orbes, na forma de poderosas
correntes de vida-magnética e se intercambiam na pulsação de suas almas vitais.
Essa poderosa corrente de forças vitais, flui (=passa) de orbe para orbe e que incorpora ou se adelgaça (=
torna-se menos denso), 
expandindo-se ou reduzindo-se conforme a
influência de outros planetas, aquém ou além de nossa morada planetária.

O panorama
(=vista geral) de um sistema de planetas em torno de um sol, surpreende (= espanta)
ante a reciprocidade (=sintonia) assombrosa dos poderosos rios de energias que
se formam e se despejam de astro para astro, na forma de canais fulgurantes (=brilhantes)
de magnetismo cósmico. E que a ciência anota-lhes a existência no tipo de
energia gravitacional.

Nosso planeta
Terra, na sua modesta peregrinação (=marcha) em torno do Sol pode beneficiar-se
com um banho de fluidos benéficos que a envolverão de bom magnetismo ou pode
receber rajadas  de forças opressivas que
lhe invadem os reinos da crosta excitando coletividades, despertando instintos
e alimentando vontades destruidoras.

A influência
do magnetismo da Lua sobre a Terra nos envolve todos os dias.

A ciência
oficial só reconhece tal influência quando se trata da ação exclusiva do
magnetismo gravitacional.

Mas a Lua
exerce com intensa profundidade, na Terra, uma poderosa ação
"astro-etérea"  que a ciência
médica procura ignorar.

Inúmeros diagnósticos clínicos são enganosos devido à ação inoportuna (=fora do tempo próprio ou conveniente) da
astralidade lunar do momento. E o desprezo a essa influência é grandemente
responsável pelo mau resultado da coleta (=recolhimento
de informações
) de material destinado aos exames bacteriológicos,
parasitológicos,, ou de pesquisas luéticas  (=sífilis) que dependem de
positivação ou negação da existência dos germes patogênicos (=um agente patogênico= que provoca doenças, pode ser
um microorganismo como bactérias, vírus, fungos, protozoários, helmintos e
alguns tipos de vermes).

As coletividades microbianas aumentam ou nulificam (=anulam) sob a
ação "astro-etérea" da Lua; no corpo humano.

A vida microbiana constitui uma fauna (=conjunto
dos animais de uma região)
 invisível aos sentidos comuns,, com vida mais
intensa na região "astro-etérea", que é o seu clima eletivo. E é
justamente esse campo microgênico o que mais sofre influência septenária(=7dias=1 semana, aspectos sucessivos de um fenômeno em
evolução
 ) das fases lunares.

A Brucelose (= também conhecida por febre de Malta ou ondulante) é uma doença crônica (=mal que se prolonga , dura
muitos anos)
 causada pelas bactérias do gênero Brucella(= transmitida pelos laticínios não pasteurizados) pode ser conhecida em suas duvidosas manifestações mórbidas(=doentias), através da perícia astrológica  do "clímax" lunar que se registra
no espaço de determinadas horas;

As
superexcitações dos lunáticos obedecem às influências periódicas da Lua(=eles se  sentem
mal na lua  cheia
).

Os vermífugos
tóxicos, quando administrados em discordância (=desarmonia) com o "minguante", podem produzir terríveis efeitos no quimismo
hormonal e nos vermes exacerbados (=irritados)  pelo "crescente".

O resultado
de inúmeras operações cirúrgicas que podem produzir hemorragias graves ou
choques operatórios gravíssimos, assim como certos casos de septicemia(=sepsis= é uma infecção geral no organismo grave,
desenvolvida por via sanguínea a partir de outra infecção já existente)
  aguda, que exijam o bisturi, podem depender,
grandemente, da excitação ou da letargia defensiva (=perda temporária da sensibilidade e do movimento) dos
microrganismos, sob a influência da Lua.

A lua, em sua
essência extrafísica influi tanto na gestação humana quanto na poda (=corte dos ramos de  uma plantas) das árvores; na postura (=os
ovos que as aves põem)
 de ovos; no desenvolvimento das sementes no seio
da terra; nas comoções (=alterações)
subterrâneas das águas; na formação dos ninhos; na migrações (=mudanças) dos pássaros; na reprodução e
acasalamento das espécies; no enxerto das árvores; nos períodos de letargia(=falta de energia) ou dinamismo (=grande atividade) magnético da Terra.

A influência
magnética da Lua, comanda tanto as vagas (=grandes
ondas
) e  as mares (= movimento de ascenso=subida e descenso=descida das
águas do mar
) e dos oceanos, como também, o fluxo sanguíneo ou linfático
(=líquido transparente que contém
leucócitos=glóbulos brancos
); os estímulos nervosos ou o sistema
endócrino (= atua no crescimento de tecidos, no
equilíbrio hídrico do corpo, na reprodução e no metabolismo de carboidratos).

A força
magnética da lua dirige a energia da planta para o alto, no
"crescente", e desenvolve as suas folhas e ramos; mas oprime-a (=sufoca) no "minguante", para que a
terra desenvolva os legumes nutritivos, pela condensação
(=passa do estado gasoso passa ao estado líquido) 
da seiva nas raízes.

As criaturas
"astrologicamente lunares", são de cútis (=pele) branca, pálida, carne flácida(=sem elasticidade),
vivendo imersas (=mergulhada)  em sonhos e visões; são místicas e
proféticas, conhecidas como indivíduos que "vivem no mundo da lua";
os seus estados psíquicos e psicológicos coincidem, perfeitamente, coma a
natureza poética, física, magnética e fundamentalmente astrológica da lua.

As plantas
lunares são de aparência bizarra (=esquisito,
estranho, extravagante)
 predominando nelas a cor branca; são pouco
atrativas, isentas de cheiro, lembrando o exotismo de um "sabor de
luar"; predominam entre elas as leitosas, frias, anti-afrodisíacas de
folhas grandes, ovaladas ou redondas como a couve, a alface, o repolho e
algumas recordam o suave hipnotismo das noites enluaradas.

As plantas
lunares são narcóticas e produzem o sono letárgico, como:

- a papoula
branca – que fornece o ópio ou a heroína.

- a alface –
que é aconselhada como medicamento contra a insônia.

- o sândalo
branco – docemente hipnótico (=provoca sono).

- o heléboro
branco – que causa melancolia.

Há plantas
lunares que lembram as características e a cor da própria face da lua voltada
para a terra como: o lírio, a açucena, as pétalas da margarida e a rosa branca.

Os frutos
nascidos sobre a influência da lua revelam características de insipidez como: o
pepino e a abóbora.

No terreno
patológico é ainda mais intensa a ação astral lunar.

A
recrudescência (=renovação com maior intensidade)
das crises de tuberculoses e das típicas, ou de moléstias tropicais, se
registram justamente nos chamados horários astrológicos descendentes.

A epilepsia,
era curada pelos caldeus, na antiguidade, com o emprego do trevo e suas flores,
planta lunar que era colhida em hora favorável porque, sujeita à influência da
lua, atendia com êxito à maioria dos casos de "epilepsia lunática".

A asma
enfermidade proveniente de excessiva intoxicação psíquica acumulada em várias
reencarnações, agrava-se conforme a influência boa ou má do astral da lua que,
neste último caso, oprime (=aperta) fortemente o calibre (=tamanho) dos
brônquios (=cada um dos condutos que se seguem à
traquéia, e pelos quais o ar se introduz nos pulmões e deles sai
)
do  asmático. Os magos antigos curavam
essa moléstia servindo-se da semente da beldroega, pilada com mel, porque era
uma planta lunar astrológica capaz de dilatar (=expandir) os alvéolos
bronquiais.

Os germes
lácticos, formadores do leite materno, deixam a mãezinha sem leite, quando se
tornam letárgicos devido à influência coercitiva (=repressiva) da lua; No entanto, os antigos conseguiam despertar esses germes para as suas
funções dinâmicas fazendo uso da alface colhida antes do nascimento do sol e em
boa atuação lunar. Evita-se, assim, que o magnetismo da lua (=depositado nas folhas da alface e dosado na
intimidade da planta
) fosse dissolvido pela força solar.

As sementes
da couve (=planta lunar) recolhidas
astrologicamente, produzem ação vermífuga nos parasitas agitados pelo
"crescente".

As folhas da
couve (=ou o suco extraído das mesmas)
aliviam a furunculose periódica e agravada pelo astral da lua.

O sal da
planta margarida, colhida, especificamente, em "bom aspecto lunar",
antigamente era usada pelos sábios para resolver a desobstrução da vesícula e
eliminação da estase (=parada da circulação de um
líquido orgânico = sangue, etc.).
 biliar.

A violeta
amarela, cuja decoccão (=ação de ferver plantas
num líquido, a fim de lhes extrair os princípios ativos
) é rica de
"seiva- lunatizada ", quando colhida de madrugada, era usada pelos
sábios para curar os perigosos acessos de "aploplexia-lunática".

A planta
denominada "nenúfar" (=gênero de
plantas aquáticas tipo aguapé),
 conhecida popularmente como
"bandeja-d'água" é um vegetal catalisador de fluxo lunar e pode curar
fluxos leucorréicos, blenorrágicos ou catamênicos.

Os médiuns de
efeitos físicos são fortemente atuados pelo fluido lunar, que é um dos
responsáveis pela integridade astral da substância ectoplásmica exsudada (=segregar em forma de gotas) pelo
sistema nervoso do ser humano.

As plantas
são poderosos condensadores vegetais (=reduzir a menor volume) que sugam e absorvem
as mais variadas energias do meio ambiente, desde as radiações do Sol até o
magnetismo da lua.

As plantas
conhecidas como lunares são vigorosos condensadores ou transformadores,
principalmente, porque dão melhor agasalho ao fluido que captam e absorvem, por
isso devem ser empregadas na cura de enfermidades que se casam com as más
influências da lua, pois são portadoras de um poder dissolvente, atômico, no
campo magnético, capaz de dispersar (=espalhar)  o
"quantum" maléfico projetado pelo próprio astro. Essa terapêutica (=maneira de
tratar as doenças)
 
recorda o processo da homeopatia, em
que "os semelhantes curam os semelhantes".

As plantas
lunares devem ser colhidas quando estão fundamentalmente fartas do magnetismo
lunar, ou seja, devem ser colhidas antes de o sol nascer,  pois o astro rei dissolve o magnetismo e
influência da lua, depositado na planta durante a noite.

.As plantas
solarianas (=estão sob a influência do Sol.) devem ser colhidas, de preferência, nas horas em que elas se encontram mais
impregnadas (=absorvem mais) de magnetismo
do sol.

O magnetismo
da lua, na ação da força gravitacional, regula o crescimento da vegetação.
Certos vegetais podem apresentar dupla ação terapêutica: as folhas servem para
determinados furúnculos, eczemas ou erisipelas, enquanto que as raízes são
utilizadas para certos banhos terapêuticos, indicados para moléstias do reto ou
surtos hemorroidais.

O bom ou mau
aspecto lunar está relacionado com o fluxo ou refluxo da
“pulsação-magnética-astral” da terra, num mútuo (=duas
coisas que atuam uma sobre a outra)
 intercâmbio (=troca) que é benéfico, balsâmico(=que
ameniza
) e curativo, em certas horas, e que, em outras horas se torna
maléfico (=causa mal),  coercitivo (=repressor) e patogênico (=produz doenças) às
plantas ou aos seres cuja sensibilidade psico-nervosa os torna verdadeiros
condensadores (= mais concentrados).

As pessoas
precisam saber colher as plantas nas horas de bom aspecto lunar, isto é, na
ocasião em que a sua projeção astral seja balsâmica (= suaviza os sofrimentos) ou  curativa. Do contrário, as plantas tornam-se completamente inócuas (= que não causa dano, inofensiva) na aplicação
terapêutica (= tratamento das doenças), por terem sido colhidas no momento exato da neutralidade astral, ou seja,
quando coincide a colheita com o momento em que não há carga benéfica ou
maléfica.

Na verdade, o
que tem importância na utilização do vegetal é a maior quantidade de seiva que
exista nas folhas ou nas raízes, na hora de sua aplicação. Assim, desde que se
queiram utilizar as folhas,  estas devem
ser colhidas no “máximo crescente lunar” em que a força poderosa da lua esteja
sustentando toda a seiva à superfície do vegetal. Entretanto, quando se trata
de raízes, devem ser elas arrancadas no “máximo minguante lunar” quando essa
mesma seiva desce completamente para as raízes.

Assim, no
crescente lunar, a seiva está no “alto” dos arvoredos ou hortaliças, daí que as
arvores cortadas no “crescente” bicham facilmente, porque os carunchos(=cupim, gorgulho, etc.) que estavam na seiva,
em subida, perfuram o lenho (=tronco) para
sair ao ar livre.

Nas épocas
hibernais (=paralisia, falta de energia no
inverno) 
em que as folhas caem, a seiva está repousando nas raízes, que
assim se tornam fertilíssimas.

Desta forma,
as cenouras, quando semeadas contra a estação lunar, reproduzem-se na forma de
buquês de folhas e ramos, enquanto que os tubérculos (= caule=batata ou raiz=mandioca) destinados à alimentação nascem
mirrados e estéreis (=que não produz frutos,
improdutivo
) para replantação

Os sertanejos
costumam dizer que os melhores meses para o corte da madeira (ou poda das árvores) são os que não possuem em sua
grafia (=representação escrita de uma palavra) a letra “R”, que por coincidência, são o período do “grande minguante”: maio,
junho, julho e agosto.

Nossa ciência
médica, cujos laboratórios fabricam diariamente centenas de preparados com base
na fitoterapia (=tratamento com remédios de
origem vegetal)
 não levam em consideração a colheita dos vegetais no que
diz respeito ao magnetismo astral da lua e a colheita feita em bom aspecto
lunar , ou seja, na hora do fluxo benéfico (como se dá no uso das folhas ou das
raízes). Por isso, centenas de preparados favorecem o fracasso farmacológico,
porque destilam inúteis cadáveres vegetais cujas folhas e raízes estão
destituídas (=necessitado, carente) de
energia magnética astral ou de seiva vitalizante (=dar
vida nova).

Para que se possa processar (= realizar) a cura desejada, o que importa é colher o vegetal em toda sua plenitude (=estado do que está completo) energética, pois,
o Divino Químico, que é Deus, quando formulou os planos para a criação dos
mundos, fixou as matrizes (matriz = local onde
algo se gera ou cria
) definitivas de todas as coisas e seres.

Existem,
pois, em a natureza plantas e vegetais especificamente terapêuticos para cada
surto (= aparecimento repentino) patogênico
(= que gera doença). Há vegetais que se
destinam especialmente à cura de certas doenças, o que importa, pois, é colher
o vegetal em toda a sua plenitude energética, para que se possa processar(=realizar) a cura desejada.

A Terra é um
gigantesco corpo vital, com vida própria, espécie de poderoso magneto (=ímã)condensador (=concentrador) que recepciona (=recebe) as correntes
vitais do sol e as que se refletem no campo etéreo da lua.

Os fluxos de
energias solares são positivos; passam pelo norte, em direção ao
oriente-ocidente; As  correntes lunares
são negativas e seguem do ocidente para o oriente, fazendo sua passagem pelo
sul.

Nosso planeta
fica no turbilhão deste gigantesco intercâmbio de forças cósmicas, no vórtice
(=redemoinho que pode surgir numa corrente) desse cruzamento vital, e os seus
reinos e setes sofrem as ações radiativas e astrais, que interpenetram e
influenciam especificamente cada tipo de mineral, planta, flor, animal, ave ou
ser humano.

Os fenômenos concretos que a ciência estuda não passam de efeitos
daquilo que primeiramente se processou (=cumpriu-se) na intimide do imponderável (=diz-se de qualquer
coisa que não tem peso revelável como a luz, a eletricidade, um corpo muito
leve), 
 Tudo se move das regiões
éteres interiores para depois se configurar em aspectos materiais e fluxos de
energias perceptíveis (=que pode ser percebido ou
compreendido pelos sentidos).
 à experimentação do raciocínio humano. Todas
as auras radiativas, etéricas astrais,  dos orbes ( = globo, mundo) circunvizinhos à terra, entram em relação contínua, interferem e se influenciam
reciprocamente. Poderosas correntes de energias desconhecidas, manifestam-se em nosso mundo. Então, tudo
vive, agita-se, liberta-se ou se expande. E esse maravilhoso potencial
transforma a bolota em carvalho ou o pinhão em gigantesca árvore, operando
também, no seio dos planetas e dos sóis, a fim de conduzi-los para o raciocínio
humano.

O verão é uma
estação conhecida sob a designação de “grande crescente” em cuja época, o
magnetismo perispiritual se torna mais ativo  e então as unhas, os cabelos e os pelos crescem mais rapidamente do que
no inverno.

 Os cabelos cortados no inverno (=minguante
lunar), em perfeita harmonia com o tempo de poda da vegetação comum, tornam-se vigorosos.

Se os cabelos
forem cortados no verão perderão grande quantidade de seiva, que sobe mais
vigorosamente e depois fará falta ao vigor da cabeleira.

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