Espinheira-Santa

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ResumoEspinheira-Santa: Planta medicinal conhecida há muito tempo pelos Índios da América do Sul. Tem este nome devido à aparência de suas folhas e por ser considerado um “santo remédio” em linguagem popular. Cientificamente, está comprovada sua eficácia no combate a problemas gastrintestinais como a gastrite, úlcera e gases. Geralmente utilizada na forma de infusão ou cápsulas.



NomesNomes em português: Espinheira-Santa, Salvavidas; coro-milho-do-campo; Espinho de Deus; Maiteno; Sombra-de-Touro; Congorça; Cancerosa.
Nome latim: Maytenus ilicifolia.
Nom inglês: Espinheira-Santa
Nome francês: Espinheira-Santa
Nome alemã: -
Nome italian: -
Nome espanhol: Cancorosa


Família
Celastraceae


Componentes Terpenos (maitenina); triterpenos; taninos; flavonóides; mucilagens; antocianinas; açúcares livres; traços de sais minerais.


Partes utilizadas Folhas


Efeitos da espinheira-santa- Tonificante estomacal;
- Antiulcerôgenico (Tem potente efeito anti-úlcera gástrica devido à ação dos taninos). Tem poder cicatrizante de lesões ulcerosas do estômago devido à diminuição da acidez estomacal pelo aumento da secreção gástrica;
- Tem ação anti-séptica, devido à expressiva quantidade de taninos , atuando rapidamente na paralisação das fermentações gastrintestinais;
- Analgésica nas gastralgias (dor de estômago): Acalma rapidamente as dores estimulando e corrigindo a função desviada;
- Levemente laxativo, devido à presença de mucilagens;
- Levemente carminativa (auxilia na eliminação de gases);
- Levemente diurético, devido à presença de triterpenos;
- Alguns estudos iniciais demonstram que a Espinheira-Santa tem o poder de inibir alguns tipos de câncer (Fox,1991; Ohsaki et al.,2004);
- Demonstrou certa eficiência no combate a Helicobacter Pylori, bactéria que causa úlcera gástrica, podendo levar a câncer gástrico.(Cogo, et.al.2008).

Indicações espinheira-santaAcidez do estômago, azia, gastrites causadas ou não pela bactéria Helicobacter Pylori, gastralgias (dores no estômago), úlcera gástrica, enterites (inflamação do intestino), dispepsia (perturbações do trato gastrintestinal), mau hálito (devido a problemas estomacais), fermentações gastrintestinais, flatulência (gases).


Efeitos secundáriosPode-se notar boca-seca e náusea que desaparecem com a descontinuidade do uso.

Contra-indicações

- Gestação e tratamento de infertilidade feminina: É contra-indicado em casos de gravidez ou tratamento da infertilidade feminina por ter um efeito abortivo descrito em pesquisas científicas (Montanari, T.; Bevilacqua, E.; Contraception 2002);
- Lactação: É contra-indicado o uso durante o período de amamentação pois a espinheira-santa leva a uma redução do leite materno (Santos C, et al. Plantas medicinais 1988);
- Pessoas sensíveis ao álcool: A tintura (por conter álcool) não deve ser administrada a pessoas que sejam etilistas (pessoas dependentes de álcool) ou sensíveis ao mesmo;
- Pacientes com câncer estrógeno-dependente;
- Hipersensibilidade a este fitoterápico.

Interações

Não há comprovação de interações medicamentosas.


Toxicidade
Testes de toxicidade aguda e crônica realizados com folhas não provocaram efeitos tóxicosmutagênicos e teratogênicos (má formação fetal) em animais ou em células vegetais.
(Carlini, E. A.; Frochten-Garten, M. L. Em Toxicologia clínica (Fase I) da espinheira-santa (Maytenus ilicifolia); Carlini, E. L. A., ed.; CEME/AFIP: Brasília, 1988.)


Preparações à base de espinheira-santa- Este medicamento pode ser preparado através de infusão (chá), que consiste em adicionar água fervente sobre as folhas rasuradas (rasgadas em tamanhos pequenos) e abafar por alguns instantes. Normalmente utiliza-se 20g de folhas de Espinheira-Santa para 1 litro de água. Toma-se uma xícara de chá desta preparação antes das principais refeições. Esta forma de uso pode ser alterada pelo médico ou farmacêutico dependendo de cada caso.
Para esta preparação, há a necessidade de se adquirir a Espinheira-Santa seca e é preciso comprar este produto em estabelecimentos com registro na ANVISA e Ministério da Saúde.
Outra forma de uso deste medicamento é o extrato seco que é encontrado na forma de cápsula e recomenda-se ingerir 2 cápsulas de 500mg, duas vezes ao dia, antes das principais refeições ou a critério do médico ou farmacêutico que analisando o caso definirá possíveis alterações.
Há também a possibilidade de fazer uso deste fitoterápico através de tinturas. Neste caso, preconiza-se ingerir 2,5 ml (de um copo medidor que geralmente acompanha o frasco) diluídos em meio copo de água, duas vezes ao dia, antes das principais refeições ou a critério do médico ou farmacêutico que analisando o caso definirá possíveis alterações.
Para estas duas últimas formas de uso, adquira seu medicamento em Drogarias ou Farmácias de manipulação.


Onde cresce a espinheira-santa ?A Espinheira-Santa prefere solos ricos em matéria orgânica e é originária da América do Sul. Hoje é distribuída nos estados do sul do Brasil, nos sub-bosques das florestas de Araucária nas margens dos rios. Ocorre também nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, porém em baixa freqüência. Em regiões do Paraguai, Bolívia e Leste da Argentina, também há a ocorrência desta planta.

Quando colher a espinheira-santa ?
Mas vale dizer que para fins medicinais é mis adequado de um plantio específico e apropriado para isso. Assim sendo a melhor época de plantio é a primavera e o verão e para colheita que é feita apenas uma vez ao ano deve ser realizada somente após dois anos do plantio.

Observações No conhecimento indígena diz-se também que esta planta combate tumores. Isto esta ainda sendo pesquisado e até a total elucidação desta possível atuação, não é recomendado seu uso para o fim de combate a tumores em geral. A Espinheira-Santa foi muito utilizada pelos povos da América do Sul como abortivo e isto foi comprovado cientificamente devido a um efeito emenagogo (podendo promover contrações uterinas) e portanto mulheres grávidas não devem fazer uso desta planta. - Mulheres que estão amamentando também devem ter o uso da Espinheira-Santa, restrito, pois a planta em questão leva a uma redução do leite materno.

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A Criatura

16:30 Escola Flor da Vida 0 Comments


Das apostilas precedentes já temos a descrição das moradas e dos respectivos administradores deste conjunto habitacional chamado Sistema Solar. Faltam-nos os moradores, que passaremos a descrever.
A figura abaixo é a mesma apresentada na apostila 03. Nela, pela primeira vez, fizemos referência à Mônada. Centelha de vida de cada Ser.
Recapitulando, lembramos que a Mônada se origina a partir do transformismo inicial efetuado pelo 1º Logos. (Vide apostilas 02 e 03). Sobre esse surgimento paira a mais densa névoa. Tentar descrevê-lo para as condições humanas de interpretação é, simplesmente, impossível.
Alguns autores, como Pietro Ubaldi em seu livro A Grande Síntese, fizeram uma tentativa para elucidar tão transcendente acontecimento. Contudo, dada as dificuldades naturais causadas pela ausência de termos comparativos, as narrativas daqueles pensadores não oferecem a clareza que o raciocínio humano sempre deseja. Assim, conquanto consideremos louvável o esforço de cada um deles, não desceremos aos pormenores de seus textos, pois que, para analisá-los, nos alongaríamos demasiadamente, o que poderia tornar essa apostila pouco compreensível.
Para nós, humanos, até que o tempo, e a visão espiritual, nos permitam, o nascimento de u'a Mônada continuará na lista das explicações impossíveis. Mesmo porque esse evento se dá num plano, ainda, inteiramente incompreensível à nossa razão e à nossa imaginação.
Assim estabelecido, com o seu nascimento temos o primeiro passo desse viandante cósmico chamado Espírito, que é transferido ao plano 2, ou Monádico, e entregue aos cuidados do 2º Logos..
Ali é seu berço de despertamento. Despertado, ou vivificado pelo 2º Logos, inicia sua interminável jornada. Allan Kardec, usando de uma expressão comum, disse que o Espírito é criado Simples e Ignorante. (O Livro dos Espíritos, questão 115 e 804).
Essa expressão pode ser traduzida como tendo sido criado simples e sem o Saber, mas destinado à mais avançada das potencialidades que nos é dado imaginar. E´ assim que o vemos na figura, à esquerda, 03C. Logo a seguir, porém, timidamente dá o primeiro passo. Acompanhem a figura abaixo.
Guiado pelos devas lança de si um raio de vida buscando contato com o primeiro plano a seguir ao que se encontra. Digamos, lança de si uma "sonda". Para entendermos, essa sonda pode ser comparada a um dispositivo de controle remoto, através do qual faz seu acesso ao plano Atma.
Uma vez a "sonda" ali instalada, agrega-se à ela as substâncias pertencentes e que melhor caracterizam aquele plano. Esse agregado fundamenta na Mônada, via "sonda", o aspecto VONTADE. E´ o que na figura indicamos por 1ª Etapa.
Agora irá dar mais um passo. Partindo da "sonda" que se encontra no plano Atma projeta o prolongamento do raio de vida que, como um tentáculo, alcança o plano Buddhi.
Igualmente ao acontecimento anterior, agrega em si, através da "sonda", as substâncias características daquela dimensão, passando a ter, em si, o aspectoSABEDORIA. Isso é visto na figura na coluna indicada por2ª Etapa.
Continuando sua expansão de vida, e sempre sob os cuidados dos Devas, lança o terceiro raio, continuidade do segundo, atingindo com ele o plano Mental Superior.
Ali tendo sua "sonda", pelos mesmos processos ocorridos nos planos anteriores, fixa-lhe o aspecto ATIVIDADE. Sendo esta a 3º Etapa indicada na figura.
As substâncias características, e respectivas de cada plano, uma vez incorporadas pela Mônada, se tornam elementos permanentes ao Espírito. Serão os determinantes para a formação de seus futuros veículos de manifestação, ou corpos que usará para se ver presente "fisicamente" em cada um daqueles planos correspondentes.
À "sonda" e às substâncias podemos compará-las à fita de gravação, seja de um cartucho K7 ou de vídeo. A superfície dessas fitas é coberta por uma fina camada de partículas de óxido de ferro. Ao ser passada por um dispositivo eletrônico de gravação, seja de sons ou de imagem, ou dos dois, os impulsos elétricos que são disparados contra a fita provocam variadas intensidades de magnetismo. Essa variação de magnetismo vai reposicionando as partículas de óxido de ferro de tal forma que essa mesma fita, ao ser passada por um dispositivo de leitura, reproduz o som ou a imagem, ou dos dois, que nela foi gravado.
Algo semelhante acontece à "sonda" projetada pela Mônada em relação ás substâncias características de cada plano. A "sonda" seria a fita, as substâncias seriam as partículas de óxido de ferro e os planos, em si, seriam os dispositivos eletrônicos de gravação.
Desta maneira "gravam-se" na Mônada os aspectos VONTADE, SABEDORIA e ATIVIDADE.
Na figura abaixo representamos o resultado dessa expansão inicial da Mônada.
A Expansão inicial da Mônada resulta na formação da Estrutura Superior do Ser. Essa estruturação, que é a junção dos três aspectos, está representada na figura pela elipse, (oval). Também essa junção dos três aspectos, que sempre são acionados associativamente, dará a continuada impulsão de vida ao Espírito.
Em linguagem esotérica essa junção recebe o nome de Tríade Superior. Ela, para nosso exclusivo entendimento, pode ser imaginada como, se fosse numa empresa, seria um departamento intermediário entre a sede de administração e o setor produtivo.
A sede administrativa é o EU, ou a Mônada, o departamento intermediário é a Tríade Superior, e o setor produtivo, que em nosso estudo será o complemento de toda a criatura, nós o estudaremos na próxima apostila.
Apenas adiantando um pouco nossas informações, a Tríade Superior é a região do psiquismo humano situada na zona de Evolução Super Humana. Esse detalhe referente à Evolução Super Humana, está inserido nas apostilas da série Estudo da Faculdade Paranormal da Mediunidade, mais precisamente na apostila 10. Entretanto para que nesta série possamos ter uma visão de parte do conteúdo naquela estudado, apresentamos a figura 10A abaixo, que ilustra as regiões de Evolução Super Humana e Evolução Humana.
A Evolução Humana ocorre neste período como este em que ainda nos encontramos, utilizando somente os corpos Físico, Astral e Mental. Já a Evolução Super Humana se dá quando o indivíduo, superando a fase inicial do arco ascendente do fluxo irresistível de vida, compreendida pelos planos Físico, Astral e Mental Inferior, passa a percorrer os planos Mental Superior, Buddhico e Átmico.
Mas voltemos ao tema deste estudo. De tudo o que já ficou narrado, é interessante destacar que a partir da estruturação da Tríade Superior inicia-se o trabalho de vida da Mônada. Além disso é preciso que fique entendido o seguinte: A Mônada tem sua morada permanentemente no plano Monádico. Ela não "desce" ao plano Atma, ou a qualquer outro plano. O que ela faz é projetar de si um raio para com ele, como se fosse uma "sonda", contatar o plano desejado.
Esse raio, em sua extremidade "inferior" incorpora, como já dissemos acima, as substâncias características do plano respectivo. Esse aglomerado de substâncias, de cada plano, é o embasamento para a formação de um corpo que a Mônada utilizará para manifestar-se naquele mesmo plano. E o conjunto de aglomerados de substâncias é a Tríade Superior.
Há outro dado que também deve ficar entendido. E´ o seguinte: A Mônada não "desce" a nenhum plano, mas permanece sempre no Monádico. Fazendo, porém, uso de seu raio de vida, e de um corpo, manifesta-se em outros planos, um por vez. Dessa forma ela experiencia duas situações diferentes de vida a cada momento: Uma situação, em seu plano natural de existência, o plano Monádico; a outra situação naquele plano em que seu corpo de manifestação correspondente permitir sua atuação.
Sobre isso falamos na apostila 09, cuja figura repetimos abaixo para fixar a compreensão.
Comparativamente à essa circunstância podemos dizer que no plano Monádico ela está plena de seus poderes: Vontade, Sabedoria e Atividade. Portanto, sensciente de si mesma. Ao passo que, quando sua atenção está mergulhada no viver de algum outro plano, ela passa a um estado de constrangimento. Melhor dizendo, de restringimento de seus poderes. Em qualquer plano de existência que não o Monádico, ela tem que se adequar às medidas de tempo e espaço próprios daquele plano, como também às limitações que a matéria dali impuser.
De grandiosa e livre, no plano Monádico, ela se converte num Ser iniciante, em tudo insegura e dependente. Toda aquela situação lhe é novidade, e há muito a ser aprendido. Essa situação, porém, não é permanente. De início, inevitavelmente, como a experiência na Terra nos ensina, a matéria irá submeter, ou calar, todos os atributos da Mônada. Sua vontade, sabedoria e atividade, ficarão profundamente anuladas. O burilar nos incontáveis retornos aos planos inferiores é que permitirá à Mônada fazer-se dominadora, também, naquele plano específico.
Podemos usar o ato do momento do nascimento de uma criança como exemplo comparativo para o trecho citado no parágrafo anterior. Ele nos dará uma idéia do que se passa com a Mônada nesse seu descenso à matéria.
A criança, no início da vida está inteiramente sob os cuidados dos pais, como também sob inteiro domínio das sugestões que seu ambiente de existência lhe causar. Contudo, à medida que vai crescendo e aprendendo dos mecanismos da vida social, religiosa e intelectual, começa a se sobressair e a deixar o antigo jugo das ilusões infantis. Assim, a cada etapa da existência, vai se tornando um Ser independente.
A Mônada, então, principia seu ciclo evolutivo pela simplicidade e tudo desconhecendo, como ficou demonstrado acima. Porém, sob os cuidados dos Devas, no perpassar do tempo, e na aplicação de sua vontade, aliada à sabedoria crescente numa constante e ininterrupta atividade, passo-a-passo subjugará a matéria de cada plano.
Esta, semelhantemente, é a situação que, neste nosso plano Físico, vivemos nossa etapa evolutiva. Com o domesticar de nossas tendências, com o afastar de conceitos ultrapassados e vivenciados em antigos regimes religiosos e sociais, principiamos a ter domínio sobre nova for ma de experienciar a vida. Por conseguinte, principiamos a derrubar o ilusório para erguer o realístico.
E por falar em realístico, destacamos que a figura 10B, folha 2, é a expressão do SER manifestado em planos superiores de matéria. Ali não está representado o corpo, ou os corpos, com que possa manifestar-se.
Ali se representa a estrutura de tríplice apoio, ou a Tríade Superior que, no futuro, quando atingir sua maioridade e passar a chamar-se indivíduo, usará amplamente como base psíquica para conduzir sua vida. Por enquanto, embora na figura tenhamos mostrado uma só Mônada, isto feito para facilitar o entendimento, ela é, contudo, apenas mais uma anônimadentro de uma inimaginável coletividade que, sem ainda possuir o poder de escolha, segue conduzida pelas mãos hábeis dos Devas.
Ainda está longe o dia em que despertará como indivíduo, individualizado, possuindo poderes de escolha. Todavia, embora longe o grande dia do indivíduo, ali já dormita, em germe, o Anjo de amanhã.
Por enquanto estabeleceu sua primeira etapa estrutural. Agora dará início à fase de acesso aos planos mais densos: Mental Inferior, Astral e Físico.

Bibliografia:
Autor Título Editora

André Luiz/Francisco C. Xavier- Ação e Reação - página 87 - Federação Espírita Brasileira
André Luiz/Francisco C. Xavier - Evolução em Dois mundos - Federação Espírita Brasileira
André Luiz/Francisco C. Xavier - Obreiros da Vida Eterna - páginas 50 e 51 - Federação Espírita Brasileira
Arthur E. Powell - O Corpo Causal e o Ego - Editora Pensamento
Áureo/Hernani T. Santana - Universo e Vida - página 110 - Federação Espírita Brasileira
Charles W. Leadbeater - Compêndio de Teosofia - páginas 13 e 19 - Editora Pensamento
Edgar Armond - Os Exilados da Capela - Editora Aliança
Edição Barsa - Dicionário da Bíblia Católica - Edição 1975 - Enciclopaedia Brittânica
Elza Baker - Cartas de Um Morto Vivo - páginas 126 e 128 - Livraria Allan Kardec Editora
Emmanuel/Francisco C. Xavier - A Caminho da Luz - Federação Espírita Brasileira
Erich von Daniken - O dia em que os Deuses Chegaram - Editora Melhoramentos
E. Norman Pearson - O Espaço, o Tempo e o Eu - Edição do Autor
Helena Petrovna Blavatsky - A Doutrina Secreta - Volume I págs: 105-118-145-146-177-260-266-268-306-308 - Editora Pensamento
Helena Petrovna Blavatsky - A Doutrina Secreta - volume II - páginas 56 e 190 - Editora Pensamento
Helena Petrovna Blavatsky - A Doutrina Secreta - Volume IV - página 160 - Editora Pensamento
Helena Petrovna Blavatsky - A Doutrina Secreta - Volume V - páginas 69 e 90 - Editora Pensamento
Helena Petrovna Blavatsky - Isis sem Véu - Volume III - págs. 41-103-135-136-172-175-176-184 - Editora Pensamento
Itzhak Bentov - Á Espreita do Pêndulo Cósmico - Editora Cultrix/Pensamento
Itzhak Bentov e Mirtala - Um Livro Cósmico - Editora Cultrix
Pietro Ubaldi - A Grande Síntese - Livraria Allan Kardec Editora
Ramatis/Hercílio Maes - Mensagens do Astral - Livraria Freitas Bastos
Yvonne A. Pereira - Devassando o Invisível - Federação Espírita Brasileira

Apostila escrita por
LUIZ ANTONIO BRASIL
Junho de 1996
Junho de 2005

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Entendendo a Natureza da Consciência de Deus, a Recuperação e os Fragmentos Anímicos

16:27 Escola Flor da Vida 2 Comments


Todos temos uma Superalma, ou Eu Superior, que é responsável por 12 Almas que encarnam em mundos diferentes para ganharem amor, sabedoria, poder e virtude para o desenvolvimento da Superalma. Cada pessoa também tem 12 Superalmas que compõem a Mônada, ou a Poderosa Presença Eu Sou. Isso significa que cada pessoa é composta de 144 Almas na “família” da alma Monádica, ou da Poderosa Presença Eu Sou.
         Assim, quando alguém evolui para além da Mônada, forma redes de consciência de grupo, ou módulos. Também é possível integrar e purificar Extensões de Alma desses Módulos Monádicos, hipoteticamente, durante todo o caminho de volta à Fonte! Essa é uma das muitas chaves para acelerar a evolução!


         É preciso entender que a natureza de Deus é a consciência. Deus é, em certo sentido, a Alma omniversal! Se vocês pensarem sobre o que é a Criação, verão que ela é apenas Deus dividindo sua consciência omniversal em várias formas. Deus as inspira ou expira através de Big Bangs, em uma poderosa respiração consciente, em um Dia - ou um ciclo de Centenas de Milhares de anos – de Brahma, e, então, os inspira de volta – um Dia e uma Noite Cósmicos. Deus tem uma respiração menor para cada Universo, e uma maior para todos os Universos. Deus cria as Mônadas Cósmicas, que também poderiam ser chamadas de “Células de Deus”! Cada uma dessas 12 Células de Deus, ou Mônadas Cósmicas, contém números infinitos de Mônadas, ou Poderosas Presenças Eu Sou, como as conhecemos. Então, essas Mônadas e/ou Poderosas Presenças Eu Sou seguem adiante na Criação, e cada uma cria 12 Superalmas, ou Eus Superiores. Cada uma dessas Superalmas e/ou Eus Superiores por sua vez, cria 12 almas, que somos nós. Cada um de nós é uma alma que encarnou de nossa Superalma. Portanto, Deus divide sua consciência para criar as Células de Deus ou Mônadas Cósmicas, que dividem sua consciência para criarem os números infinitos de Mônadas individualizadas, que dividem sua consciência para criarem, cada uma, 12 Superalmas, que dividem sua consciência para criarem 12 almas, que encarnam em planetas e dimensões diferentes, a fim de evoluírem a Superalma – que está evoluindo a Mônada, ou Poderosa Presença Eu Sou, que está evoluindo o Grupo de Módulos de Mônadas, que está evoluindo a Mônada Cósmica, ou Células de Deus, que estão evoluindo para Ascensionarem Deus!
        Agora, todos estão focalizando sua Ascensão individual, o que é correto e apropriado, entretanto, à partir de uma lente de consciência coletiva – que também pode ser vista simultaneamente com a primeira – existe apenas uma Ascensão, que é a Ascensão de Deus! Todos nós somos o Ser Eterno, ou encarnações de Deus, ou aspectos da consciência Divina sendo inspirados de volta para Deus. Tudo é uma brincadeira Divina! Não existem indivíduos separados. Somos todos apenas “tipos diferentes de flores” no Jardim de Deus”. Existem três linhagens de “flores”, que são: Mestres Ascensionados, Angélica e Elohim, entretanto, no final, mesmo eles todos se tornam um! Existem raças diferentes de Extraterrestres, como a forma Adam Kadmom, os Cinzentos, os de aparência de Inseto, as raças Reptilianas, dos Felinos - a lista é infinita – mas todos eles são apenas encarnações diferentes de Deus e/ou flores Divinas diferentes, no Jardim de Deus! Tudo é apenas Deus dividindo Sua consciência em infinitas formas. Todos somos Deuses, servindo outros Deuses, retornando para DEUS, o Criador! Vocês percebem como as guerras são insensatas, ou a competição, o ciúme, e o egoísmo; já que não existem seres, apenas Deus? As pessoas ficam presas à forma das coisas, e não vêem a essência por trás das formas. As flores não competem entre si. As margaridas não lutam com as Rosas, ou com os Lilases! Tudo isso é apenas uma brincadeira e um drama Divinos! O Plano Divino, e a coisa única sobre nosso retorno para o lar, é que DEUS quer que suas encarnações do Ser voltem para casa “Conscientemente”! Em outras palavras, que voltemos para casa, para nossa verdadeira identidade em DEUS, por nossa livre escolha, e não porque Ele nos forçou a fazê-lo! Portanto, toda a Criação é apenas a divisão da consciência Divina na escada evolucionária? Essa é apenas a estrutura hierárquica das coisas, que é feita porque cada nível, em certo sentido, tem um professor pessoal para nos ajudar a subir através de todos os 352 níveis de volta para DEUS!
         É por isso que o Amor Incondicional é tão importante, já que tudo isso é DEUS! É por isso que compartilhar é tão importante, já que tudo é DEUS! É por isso que ver além das aparências e da forma é tão importante, e ainda sermos capazes de viver na forma e dominá-la! É por isso que a integração e o equilíbrio são tão importantes de se aprender em cada nível, conforme nos movemos para cima na escada dimensional evolucionária da consciência. Recebemos uma visão Espiritual da Criação, da Lente de Prisma de Amplo Espectro de Deus! Onde nos focalizamos para desenvolver a nós mesmos, Deus está focalizando a evolução dos universos. Onde estamos trabalhando conosco mesmos, nossos alunos e nosso planeta para nos tornarmos Mestres Espirituais Integrados, DEUS é o Mestre Espiritual Integrado Supremo responsável por trazer  toda a Criação ao equilíbrio e integração, dentro de Seu Corpo Cósmico Supremo! Os Elohim, os Mestres Ascensionados Planetários e Cósmicos, os Arcanjos, os Anjos, e os Extraterrestres Crísticos são Seus agentes, através de Sua Omniforça, para ajudarem a criar essa mudança. Nós somos Seus agentes na Terra, agora, para criar essa mudança.
         Uma vez que adquiramos a Realização Crística em um nível Planetário, trabalharemos em nos tornarmos Cristos Solares! Então, Cristos Galácticos! Então, Cristos Universais! Depois, Cristos Multiuniversais! Então, Cristos Cósmicos! Não existem níveis que possamos pular; precisamos servir em cada nível de iniciação, e dominar e integrar cada nível, antes de termos permissão para nos movermos de volta para o próximo! Existem 352 níveis de iniciação, e, portanto, 352 níveis de Corpos de Luz para ancorar e integrar! Existem 352 níveis de consciência para dominar! Cada um desses 352 níveis também está conectado a um sistema de chakras que precisa ser ancorado, ativado, e atualizado! A Personalidades de DEUS é feita de 12 Grandes Raios Cósmicos, portanto, nós na Terra, precisamos aprender a equilibrar nossos Sete Raios na Terra e, enfim, nossos Raios Cósmicos também, assim como tudo o mais! Unicidade e integração não podem ser separadas porque, no final das contas, são uma coisa só e a mesma coisa! Mestria, integração, e equilíbrio precisam ser alcançados em cada nível, antes da pessoa receber a permissão, pela Graça de Deus e dos Mestres, para se mover para o próximo nível! Cada nível que alguém alcança é uma iniciação ou ascensão de qualidades para o próximo nível. A chave é que isso não precisa ser feito apenas em nossos Corpo Espiritual, mas também precisa ser “integrado” em nosso ser e veículo mental, emocional, etérico, físico e terreno, uma vez que temos um aspecto físico/terreno para trabalhar com e através!
         O Mahatma é um ser de consciência de grupo que incorpora todos os 352 níveis! É por isso que sabe sobre a Recuperação e os Fragmentos Anímicos.
         Em termos de Recuperação e Fragmentos Anímicos, o que o Mahatma diz é que, na vida, ao nos conectarmos com outras pessoas, criamos laços e filamentos, e deixamos aspectos de nossa energia com elas. Isso é uma coisa boa, e uma dádiva de um Deus para outro Deus, em certo sentido. Algumas vezes, entretanto, existem certas frações de energia que seria apropriado pegarmos de volta para nossa alma; elas são chamadas de Fragmentos Anímicos. Isso não é algo que vocês têm que entender conscientemente por si mesmos, é só pedirem a Deus, ao Mahatma, a Melquisedeque, Metraton e ao Arcanjo Miguel para fazerem por vocês. O pedido básico deveria ser para trazerem de volta para vocês todos os Fragmentos Anímicos que for apropriado retornarem; e para deixarem, como dádivas Espirituais, aqueles que são partes de energia que estão destinadas a permanecerem com todos as pessoas que amamos e tocamos de alguma maneira! Muito fácil de fazer, mas muito importante de estabelecer e de pedir!
         Com uma disposição parecida, é recomendável também  chamar os Arcanjos Miguel e Fé, e pedir que todos os laços e linhas de energia desta vida, de todas as vidas passadas, e de todas as conexões do plano interior entre as vidas, desde de sua criação, sejam cortadas, quando não forem Espiritualmente apropriadas. Novamente, isso não é algo que tenham que imaginar conscientemente, só precisa ser solicitado, e, pela Graça dos Arcanjos Miguel e Fé, pode ser feito em um instante! Simples, mas profundo! Não é essa a natureza de Deus?
           
         Kodoish, Kodoish, Kodoish. Adonai T’sabayoth!
         Santo, Santo, Santo é o Senhor, Deus das Multidões!

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Símbolo do Infinito; Lemniscata

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Significado Geral: Símbolo da eternidade, da continuidade, do eterno retorno.

Etimologia: Na linguagem copta e no idioma hebreu, ouro significa Rei, e ob significa serpente. Sendo que tais expressões são uma interpretação relativamente moderna, não sendo possível analisar uma etimologia mais precisa quanto à exata do termo.

Descrição: Contem os animais míticos do, o Dragão ou a Serpente, num movimento circular engolindo o próprio rabo, dando a ideia de que se alimentam através de si próprios. Aparece somente com uma cor, ou o mais comum; contendo duas cores, representando a união das polaridades, feminino e masculino, claro e escuro, divino e profano e etc.

Tempo e Espaço: Os achados mais antigos deste símbolo possuem indicam mais de 3.000 anos. Foram encontrados em diferentes locais e datas com diferentes povos, dentre eles: Egípcios (Representando a Ressurreição de Rá como o Sol), entre Chineses, Nórdicos (Jormungand), Fenícios, Hindus, Gregos e outros.

Alquimia e Ocultismo: Tal símbolo é largamente utilizado, vindo seguido, na maioria dos livros, da expressão “Hen to Pan” que pode significar “o Um, o Todo” ou "Tudo é um, um é tudo". Marcando desta forma o significado de ressurreição, transmutação ígnea onde o adepto morre e renasce iniciado.

Tradições (neo)Pagãs: Simboliza o eterno retorno da alma na roda das existências. Na pode ser utilizado para representar a roda do ano, o eterno retorno do Deus Sol, que pode ser comparado a Serpente - ser ligado ao submundo tal como o Deus, que se sacrifica e renasce constantemente num ciclo eterno.

Comparativos: Como Símbolo pré-cristão, a Serpente do Ourobos representa Sabedoria, a capacidade de enxergar e entender o universo, para a visão Cristã a Serpente é vista de forma maléfica e ligada ao inferno. O Círculo pode representar a roda do Sol, o universo e a continuidade para os pagãos e pode representar o limite entre os mundos para os Cristãos.

Albert Pike, em seu livro, Morals and Dogma explica: "A serpente, enrolada em um ovo, era um símbolo comum para os egípcios, os druidas e os indianos. É uma referência à criação do universo".

Carl Gustav Jung, refere-se a este símbolo como o "Mysterium Conjuctionis" (Mistério da Conjunção), resultado do "Hieroghamos" (Casamento Sagrado), equilíbrio do Masculino e do Feminino Universais, essência fundamental da mente humana e, em uma visão mais ampla, da existência humana em si.

Ainda podemos observar a lemniscata nas curvas do Caduceus (o cetro da dupla serpente), símbolo da Medicina e manifestação de Hermes; nos meridianos do fluir da Energia Vital descritos pelas medicinas tradicionais hindu e chinesa e pela Acupuntura. A lemniscata repete-se no próprio movimento das galáxias, das estrelas e dos planetas, na Astronomia e na Astrofísica. A lemniscata está presente na dupla hélice do DNA presente em todos os seres vivos deste planeta.



Se verifica a formação de lemniscatas nos movimentos pendulares observados na Física; na báscula do andar humano; no crescimento dos vegetais e na disposição de suas flores e folhas; nos movimentos de regência da musical; no movimento do Tao; em emblemas e símbolos de famílias tradicionais japonesas, em mandalas de diversas origens e épocas e, de forma abstrata, nos ciclos da Natureza e no equilíbrio psíquico entre o Pensar e o Querer, dando origem ao Sentir.

A lemniscata tem significado milenar, representando o equilíbrio dinâmico, perfeito e rítmico entre os polos opostos constitucionais do corpo humano: o polo metabólico e o polo neuro-sensorial. O polo metabólico (abdome) é quente, úmido, expansivo e inconsciente. O polo neuro-sensorial (cabeça, sistema nervoso central e órgãos do sentido) é frio, seco, contraído e consciente. Do equilíbrio deste dipolo, surge a vida humana em sua manifestação mais primordial: o ritmo. A lemniscata representa então o sistema rítmico (coração, pulmões e musculatura do tórax) que proporciona os sinais vitais mais básicos, equilíbrio físico e psíquico e harmoniza as essências opostas que nos compõem. 
Fazem parte ainda deste equilíbrio dinâmico rítmico, além do ritmo cardíaco e do ritmo respiratório, ciclos como o dormir e acordar (ritmo circadiano), a tendência à vitalidade (anabolismo) na infância e a tendência à esclerose (catabolismo) na velhice (ciclo biográfico) e, em última análise, o ciclo da vida e da morte (ciclo encarnatório). Assim, toda vez que inspiramos, que nosso coração entra em diástole, que acordamos pela manhã ou que usamos nossa função orgânica anabólica, confirmamos nosso nascimento. Analogamente, toda vez que expiramos, que nosso coração entra em sístole, que vamos dormir à noite ou que usamos nossa função catabólica, antecipamos nossa morte.

Simbolicamente a lemniscata representa o equilíbrio dinâmico e rítmico entre dois polos opostos. O símbolo da lemniscata nos remete diretamente ao Arcano Maior do Tarot de número 14: "A Temperança", onde vemos uma mulher que mistura e equilibra, através de sucessivas misturas, dois jarros que contém água: um com água fria, outro com água quente. Conforme as sucessivas passagens de fluidos de um jarro a outro, e deste de volta ao primeiro, se processam, obtém-se o elemento morno (temperado). Esta carta corresponde à letra hebraica "Nun" na Cabalah.

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Antahkarana – Antigo Símbolo de Cura

12:30 Escola Flor da Vida 1 Comments


Símbolo tibetano usado em rituais por milhares de anos para a cura e a meditação. Este símbolo concentra e desenvolve o Reiki, ou outras energias de cura, quando colocado sob a mesa de massagem durante a cura. Também se diz que liga o cérebro físico com o chakra da coroa, tendo efeito positivo sobre todos os chakras e a aura. Meditando com esse símbolo, activa-se automaticamente a Órbita Microcósmica, enviando-se o Ki através dos canais energéticos centrais do corpo. Durante a meditação, o símbolo parece deslocar-se e alterar, evoluindo para imagens diferentes.
A Antahkarana pode ser usada para libertar as energias negativas de pessoas e objectos, bem como purificar cristais. É uma palavra sânscrita (Antar = meio ou interior e Karana= causa instrumento,). O Antahkarana é usado tecnicamente para representar a ponte entre a mente superior e inferior, o instrumento operacional entre elas. Alice Bailey e vários outros autores de filosofia Tibetana, têm algum conhecimento de Antahkarana, o qual você pode também encontrar em grande número de livros. Eles descrevem o Antahkarana como parte da anatomia espiritual. Ele é a ligação entre o cérebro físico e o Eu Superior. É a ligação que tem que crescer, se quisermos crescer espiritualmente.
O símbolo do Antahkarana aqui descrito representa esta conexão e a ativa em sua presença, onde quer que você esteja. O Antahkarana é um antigo símbolo de meditação e cura, que vem sedo usado na China e no Tibet por milhares de anos. Ele é um símbolo poderoso, e apenas o tendo em sua presença ele criará um efeito positivo na Aura e nos Chakras.
É um símbolo especial que tem sua própria consciência. Por ser dirigido pelo Eu Superior, ele sempre tem um efeito benéfico e nunca pode ser mal usado ou usado para causar o mal. Este símbolo pode ser colocado sob uma mesa de aplicação de Reiki, sob o assento de uma cadeira. Pode ser colocado na parede, etc…Cria o que os taoistas chamam de “A Grande Órbita Microcósmica”, no ponto em que as energias psíquicas, que normalmente entram pelo Chakra coronário, entram pelos pés e viajam subindo por trás do corpo até o topo da cabeça, e daí descem pela frente até os pés novamente, ligando, assim, a pessoa à terra, e criando um contínuo fluxo de energia através dos Chakras. Isto também neutralizará a energia negativa que foi coletada em objetos como: jóias, relógios, pedras, etc…
arancio chiaro arancio
arancione terracotta

O Antahkarana intensifica todos os trabalhos de cura, incluindo Reiki, Johrei, Mahikari, Jin Shin, Terapia da Polaridade, Quiroprática, Hipnoseterapia, Regressão a Vidas Passadas, etc…Estes efeitos positivos têm se confirmado nos consultórios. Este símbolo é multidimensional, atua em diferentes planos, sendo feito de três setes numa superfície plana.
Os três setes representam os sete Chakras, as sete cores do arco-íris e os sete tons da escala musical. Estes três setes são mencionados no livro de Revelações ( Apocalipse ), como as sete velas, trombetas e os sete selos. Sua energia move-se e sobe, através das dimensões invisíveis, até a dimensão do Eu Superior, por isso não pode ser usado para o mal.
O Antahkarana tem sido guardado por milhares de anos, sendo conhecido e usado por poucos. Agora é hora de todos, na Era de Aquário, terem acesso a esse símbolo de cura antigo e sagrado. Qualquer um que usa-lo terá a ligação entre o cérebro físico e o Eu Superior reforçado.

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