O Reiki e o Câncer

11:31 Escola Flor da Vida 1 Comments

por Karenn Liège 

Durante toda a minha experiência com o Reiki - em torno de 10 anos - ouvi muitas pessoas que manifestaram seus pareceres sobre esta técnica, que embora ainda não tenha uma rigorosa comprovação científica, já é aceita entre grupos de médicos, alguns hospitais, e outros pesquisadores mais rigorosos. 
Por circular pelas esferas da ciência, ouvi muitas críticas, a maioria delas de pessoas que nunca passaram pela experiência de uma aplicação de reiki - que dirá de uma iniciação - e que consideram tal técnica fajuta, "uma mera manifestação do estado psicológico da pessoa".
Quem nunca recebeu uma aplicação de reiki não pode mesmo perceber que o calor que emana das mãos do terapeuta é muito maior do que o calor normal de uma mão qualquer. Que o relaxamento produzido é muito mais profundo do que se consegue quando nos recostamos para uma simples sesta, e que na maioria das vezes isto ocorre logo nos primeiros 5 minutos de aplicação. Quem consegue entrar em sono profundo em 5 minutos? Poucos.
Um dia, após minha aula de Mecânica Clássica, no Departamento de Física da UFRGS, havia um grupinho de alunos conversando e o assunto era o Reiki. De repente, um aluno comentou: "É óbvio que a dor passa. O terapeuta coloca a mão em cima, esquenta pelo contato físico normal, a pessoa relaxa e a dor passa". Se assim fosse, dor não seria problema pra ninguém, era só tomar um relaxante muscular que passava, mas sabemos que não é assim que ocorre. Algumas dores não passam com relaxante muscular.
Por algum motivo especial, já vieram até mim e já tratei vários casos de câncer com o Reiki e obtive experiências surpreendentes - inclusive a da minha mãe. Um dos casos mais impressionantes - e um dos primeiros que tratei - foi de uma jovem senhora em estado terminal, com câncer nos ossos, que estava tomando morfina de 3 em 3 horas. Fui visitá-la no hospital da PUC, aqui em Porto Alegre.
Fiquei impressionada com o que vi: uma senhora muito magra que gemia o tempo todo por causa da dor e que implorava para que lhe dessem mais morfina. Por causa da dor, eu não podia encostar em sua pele e ela reclamava, inclusive, do peso da coberta. O enfermeiro que a atendia já havia explicado que não podia lhe dar nova dose, pois ainda não estava na hora, mas apreensivo pela insistência saiu para buscar seu superior. Neste meio tempo, apliquei o reiki e ela em menos de 15 min de aplicação adormeceu. Quando o enfermeiro voltou com o seu superior, ambos muito surpresos relataram que há dias não a viam dormir desta forma e não entendiam o que havia ocorrido.
Em todos os casos de câncer em estado terminal que já tratei, tenho escutado a mesma afirmação por parte dos doentes: "Há muito tempo não sabia o que era não sentir dor". Pode este efeito ser meramente psicológico? Ou seja, uma pessoa sobre forte dependência de morfina pode simplesmente relaxar pelo toque e adormecer sem dor?
Infelizmente, o Câncer é uma doença muito enraizada nos sentimentos negativos e que depende muito da alteração dos padrões de pensamentos para que ocorra uma cura completa. Como esta alteração em geral é demorada e o câncer rápido, nem sempre a pessoa atinge a cura a tempo, mas de qualquer forma acaba produzindo transformações profundas, pois durante a terapia consegue sair da freqüência da doença e vislumbra um pouco do seu lado Divino. Creio também que a dor é amenizada em função da expansão de Consciência que o Reiki produz na pessoa e desta forma o processo de evolução é acelerado.
Quanto à minha mãe, ela costumava dizer que a ansiedade era pior do que a dor e, neste caso, só o Reiki mesmo, pois os ansiolíticos não a deixavam muito bem. Depois da aplicação, ela dormia sem os pesadelos característicos desta
 época. 
Com tudo isto na bagagem, não me importa mais o que a ciência diga a respeito do Reiki, se bem ou mal. Posso ver com meus próprios olhos o que ele tem feito na vida das pessoas e muito em especial na minha, pois ele também transforma quem utiliza esta técnica. Afinal, como bem disse Isaac Newton, "ninguém pode tocar sem ser tocado!".

Um comentário:

  1. Querido, faço minhas suas palavras...
    Você está corretíssimo, inclusive vou defender esse assunto na minha TCC do curso de filosofia.

    Um abraço
    Leonor Soler

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