Campos Mórficos (Muito bom!)

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Quanto mais você interage com
o Universo, mais você o conhece.

Se você procura uma consciência Superior (Deus), o fará mais acertadamente a partir do instante que procurar conhecimento sobre Você e seu ambiente. Nós criamos nossa realidade na medida em que fazemos perguntas à natureza - como ela funciona, como ela nos afeta, como afetamos a ela.

Diante da informação que: tudo no universo é um processo sistêmico, e que tudo afeta a todos, nada está separado da unidade, podemos perceber que a busca por Deus é um gasto desnecessário de energia, pois ele está em nós, o que nos leva a crer que “ele” não precisa nos encontrar, e você não precisaesperar que ele te encontre, te leve a qualquer lugar para ser feliz, pois ele já habita em você.

Mas... se mesmo assim você precisar que esse Deus tenha forma, cheiro, tamanho e cor... Penso que sua realidade é mais materialista do que a de qualquer ateu possa acreditar.

Senciência é a capacidade de sentir e perceber,
o sofrimento, o prazer ou a felicidade

Sentire é "sentir" - Senciência, portanto, é a capacidade de ter conhecimento do que se está sentindo, não necessariamente ter autoconsciência.

Muitos filósofos, particularmente Colin McGinn, acreditam que a senciência não poderá jamais ser entendida, não importa quanto progresso seja feito pela neurociência na compreensão do funcionamento do cérebro.

Por que essa máxima tão enfática?
Porque a senciência é uma habilidade que foge a razão, ela é abstrata, intuitiva e absolutamente traduzida através do aprendizado cumulativo e da sensibilidade que cada um tem de perceber sua própria dinvidade.

Entende-se por ser senciente todo o ser que tenha a capacidade de experienciar o sofrimento (seja a nível físico, seja a nível psíquico) e entender a diferença entra estar bem ou estar mal. Ter a capacidade de perceber quando não está feliz, mesmo que o mundo esteja colorido e pacifico a sua volta. Ter capacidade de sentir a felicidade, mesmo que o mundo ao redor esteja desabando.

Qualquer experiência dolorosa é marcante (literalmente) no cérebro humano. A dor é um mecanismo biológico muito eficiente que avisa que estamos próximos a destruição total ou parcial do organismo. Nos avisa que devemos fugir ou atacar a qualquer sinal iminente de perigo para esse organismo.

Por desconsideramos totalmente a função biológica de nossos sistemas de alerta para a sobrevivência e aprendizado do corpo biológico, tememos e nos afastamos de qualquer evento que nos traga dor – seja ele físico ou psíquico

Seres sencientes que compreendem, obviamente, que devem evitar danos físicos e/ou psíquicos para sua integridade podem também perceber que é fundamental reconhecer essas emoções para saberem distingui-las posteriormente, pois ambas serão termômetros para uma experiência futura.

O indiano Sri Jagadis Chandra Bose, bacharel em ciências pela Universidade de Londres, "Real Sociedade de Londres", físico, químico foi contemporâneo e fez trabalhos importantes com Pauli e Einstein, e em 1899 descobriu a "fadiga" dos metais e a sua recuperação por um processo semelhante ao que acontece com os seres humanos e animais.

Percebeu nos gráficos que as curvas apresentadas pelo óxido de ferro magnético levemente aquecido eram muito semelhantes às dos músculos humanos. A fadiga podia ser rechaçada e a recuperação adquirida, fazendo-se o uso de massagens leves ou imersão em um banho quente.

Bose também providenciou uma experiência de "envenenamento" dos seus metais. Perplexo, descobriu que a reação era análoga às reações dos tecidos musculares aos venenos.

A partir dos metais, Chandra Bose chegou às plantas
Em uma série de experiências, Bose mostrou como elas reagem a estímulos tais como toque, música, veneno, calor e choques elétricos da mesma maneira que os animais.

Bose encontrou respostas conclusivas de que as plantas se embebedam também com o gim, uísque e outros tipos de bebidas alcoólicas, e de que sob o efeito do álcool cambaleiam como cambaleiam os seres humanos e assim também, os animais e aves sob o mesmo estímulo.

Nos anos 60, outro cientista pioneiro, o Dr. Clive Backster, conseguiu assombrosos resultados com experiências similares com as plantas, mas fazendo uso de detectores de mentira, certificando-se de que as plantas reagiam a ameaças concretas e potenciaismutilaçõescortes ou aos perigos potenciais representados por cães e pessoas que as machucam.

Um galvanômetro é a parte de um detector de mentiras que, ligado a um ser humano por fios, conduzem uma baixa corrente elétrica fazendo com que uma agulha se mova - e sua ponta trace um gráfico num papel móvel - em respostas às mais sutis oscilações emocionais.

A maneira mais eficaz de provocar num ser humanouma reação tão forte a ponto de causar um salto nogalvanômetro é ameaçar seu bem estar.

E foi justamente isso que Backster resolveu fazer com uma Dracena (planta)
Ele colocou uma folha da Dracena na xícara de café quente que tomava. Nenhuma reação notável foi registrada pelo medidor.

Backster pensou bem e considerou então uma ameaça maior: queimar a folha à qual os eletrodos haviam sido ligados, e no instante em que lhe veio à mente a idéia do fogo, antes que ele pudesse se locomover para apanhar um fósforo, ocorreu no gráfico uma mudança dramática, sob forma de uma prolongada ascensão da ponta que realizava o traçado.

Saindo finalmente da sala e voltando com uma caixa de fósforos, ele notou que outra súbita alteração se registrara no gráfico, evidentemente causada pela sua determinação em levar a cabo a ameaça. Mais tarde, enquanto ele assumia atitudes fingidas, como se realmente fosse colocar fogo na planta, já nenhuma reação se notava.

Ele observou que a planta era capaz de distinguir entre a intenção real e a simulada!

Backster observou também que, ameaçada por um perigo eminente ou um dano grave, uma planta"apaga" ou "desmaia" por autodefesa, semelhante ao procedimento de alguns animais que fingem-se de mortos, como o Gambá.

Outra descoberta interessante foi a de que as plantas não toleram mentiras falsidades, apontando o falsário através das reações às suas mentiras.

Em um teste efetuado com seis alunos, cada um deles, de olhos vendados, tirou de um recipiente um papelzinho dobrado. Um dos papéis continha a ordem de torturar e depois destruir completamente uma das duas plantas que estavam na sala.

O "criminoso" deveria agir em segredo e nem Backster ou qualquer um dos seus colegas saberia a sua verdadeira identidade. Depois de tudo feito, com o polígrafo ligado na planta sobrevivente, esta planta, através de uma manifestação feroz no polígrafo, indicou o "assassino".

Backter demonstrou também que existe um forte vínculo entre as plantas e quem cuida delas, independente das distâncias ou da proximidade da pessoa com a planta. Retornando de uma viagem a Nova York, constatou que as suas plantas manifestaram alegria pela sua volta no exato momento em que, inesperadamente, decidira (ainda lá) a voltar para casa.

Nem Backster e nem ninguém, até hoje, sabe ao certo o tipo de onda energética que leva às plantas os sentimentos e idéias de um ser humano ou mesmo de uma célula.

citologista Dr Howard Miller concluiu que uma espécie de "consciência celular" deveria sercomum a toda a vida. Baseado nesta opinião abalizada, Backster pesquisou uma forma de conectar eletrodos a diferentes tipos de células: amebas, paramécios, levedo, culturas de mofo, raspas da boca humana e esperma.

A inteligência e sagacidade maior foram demonstradas pelas células do esperma, que foram capazes até de identificar os seus doadores, ignorando a presença de outros.

"O resultado obtido leva à hipótese de que uma espécie de memória total possa integrar uma simples célula. Sendo assim, talvez, o cérebro seja apenas um mecanismo comutador - e não necessariamente um órgão de armazenamento de lembranças". Backster

Backster prosseguiu e aprimorou o seu equipamento, com a aquisição de eletrocardiógrafos e eletroencefalógrafos que produziam leituras muito mais aperfeiçoadas do que as obtidas através do polígrafo e 10 vezes mais fiéis.

Todo esse material foi publicado um ensaio científico em 1968, no volume X do The International Journal of Parapsycology, sob o título: "Evidência sobre a percepção primária na vida vegetal".


(Fonte: 
http://bloglaurabotelho.blogspot.com/2011/03/deus-consciencia-e-colapso.html)

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